A língua portuguesa é a mais exigida em qualquer prova que você for fazer para passar de ano na escola ou para entrar numa faculdade, saber dessa matéria pode te ajudar e muito em qualquer prova que você for fazer na vida, principalmente na prova do vestibular que não deve ter muitos erros de português pra que você passe nas fases. No vestibular vai encontrar perguntas especificas da língua portuguesa, e nesse momento deve lembrar perfeitamente das aulas gramaticais que teve diariamente na escola, porque em toda prova cai alguma pergunta sobre palavras que possam estar erradas e palavras que precisam de acentos para ficarem corretas.
O uso dos porquês é um assunto muito discutido e traz muitas dúvidas. Com a análise a seguir, pretendemos esclarecer o emprego dos porquês para que não haja mais imprecisão a respeito desse assunto.
Quando for a junção da preposição por+pronome interrogativo ou indefinidoque, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”:
Exemplos:Por que você não vai ao cinema? (por qual razão) Não sei por que não quero ir. (por qual motivo)
Quando for a junção da preposição por+pronome relativoque, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais.
Exemplo: Sei bem por que motivo permaneci neste lugar. (pelo qual)
Por quê
Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação, o por quê deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”.
Exemplos: Vocês não comeram tudo? Por quê? Andar cinco quilômetros, por quê? Vamos de carro.
Porque
É conjunção causal ou explicativa, com valor aproximado de “pois”, “uma vez que”, “para que”.
Exemplos: Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova. (pois) Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo. (uma vez que)
Porquê
É substantivo e tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.
Exemplos: O porquê de não estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo) Diga-me um porquê para não fazer o que devo. (uma razão)
GERÚNDIO:
Não devemos usar o gerúndio para reforçar a idéia de progressividade no futuro. Vejam alguns exemplos:
Eu vou estar estudando o projeto de lei.
Estaremos transferindo a quantia amanhã.
As frases adequadas são:
Eu estudar o projeto de lei.
Transferiremos a quantia amanhã.
É um problema o emprego do gerúndio, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração subordinada adverbial e, de certo modo, uma função adjetiva. Para ser bem empregado, o gerúndio deve estar o mais perto possível do sujeito ao qual se refere.
Exemplo:
Vi teu filho nadando.
Nadando, vi teu filho. (o sentido é diferente)
O gerúndio traz vários significados diferentes. Abaixo alguns exemplos:
» Gerúndio modal: Chegou alegrando o ambiente.
» Gerúndio temporal. Indica contemporaneidade entre a ação expressa pelo verbo principal e o gerúndio: Vi Henrique conversando.
» Gerúndio durativo: Ficou escrevendo seu livro.
» Gerúndio cuja ação é imediatamente anterior à do verbo principal: Estudando, passou no vestibular em primeiro lugar.
» Gerúndio concessivo: Chovendo, não iria à festa.
» Gerúndio explicativo: Vendo que a suspensão não funcionava, o piloto chamou o mecânico.
O CORRETO É QUE SEJA UTILIZADO O MÍNIMO POSSÍVEL DE VERBOS NO MESMO PERÍODO, DANDO PRATICIDADE AO CONTEXTO E FACILITANDO O ENTENDIMENTO.